piadista 13 de março de 2025

Piadista de Plantão

Piadista de Plantão
  • Primeiro sinal

Piadista de plantão soube que, ao promover cortes de 25% nos gastos, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), já deu o primeiro sinal de que 2025 será um ano complicado para a economia de Campo Grande. E ela só é a primeira, pois igual atitude deve ser adotada também por outras prefeituras e, até mesmo, pelo Governo do Estado.

  • Oposição

Piadista de plantão soube que o deputado federal, Vander Loubet (PT), deve ter uma chapa de oposição na disputa pelo comando do PT em Mato Grosso do Sul e pode ter como cabeça da chapa o ex-prefeito de Mundo Novo e ex-candidato a governador, Humberto Amaducci. Os oposicionistas devem defender um afastamento do G PT em relação ao Governo Eduardo Riedel.

  • Interventor

Piadista de plantão avalia que uma possível ida de Reinaldo Azambuja para o PL terá que ser por determinação da direção Nacional do Partido, pelo presidente Waldemar da Costa Neto, em acordo com o presidente de honra, o ex-presidente de da República, Jair Bolsonaro, e teria como missão renovar todos os diretórios municipais.

  • Nova base

Piadista de plantão soube que os vereadores do PSDB já atuam na base de sustentação da prefeita Adriane Lopes e esse é um dos motivos da CPI do transporte coletivo estar enfrentando dificuldades para conseguir as assinaturas necessárias. Os mais próximos do Gabinete da prefeita já asseguram que a base já tem maioria e pode ampliar ainda mais o número de vereadores.

  • Não encanta

Piadista de plantão ouviu de um emedebista influente, ao ser indagado sobre a possibilidade da Ministra do Planejamento, Simone Tebet, vir a ser candidata ao Senado.
Ele disse que, pelo menos por enquanto, ela não “encanta” os eleitores de Mato Grosso do Sul. Por isso, suas possibilidades são maiores na eleição presidencial.

  • Distância de segurança

Piadista de plantão desconfia que, ao permanecer no PP, a senadora Tereza Cristina mantém uma distância de segurança em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ou seja, ela continua bolsonarista, mas ele não manda no partido. Para alguns, isso facilitaria os planos de voos mais ousados da senadora em 2026.

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